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O CORREIO DA MANHÃ é um dos mais respeitados títulos da imprensa brasileira. No século XX, a imprensa do Rio era a imprensa nacional, por ser a imprensa da capital da República. Os próprios títulos refletem este papel: CORREIO DA MANHÃ, “O Dia”, “Última hora”, “O Globo”, “Tribuna da Imprensa”, “O Jornal”. Nenhum deles traz o Rio no nome. Eram veículos nacionais.

Há 60 anos a mudança da capital teve reflexo direto na imprensa carioca. Ela foi ficando longe do poder real e político. Na medida que Brasília se consolidava e a mudança se completava, o reflexo nos veículos pôde ser sentido, como no próprio CORREIO que adormeceu em 1974.

Compreedendo esta equação e restaurando o DNA original do nosso jornal, uma circulação parruda em Brasília representa a volta do prestigio e da força do CORREIO.

O jornal agora passa a ser impresso também na capital federal. O CORREIO DA MANHÃ passa também a ser um jornal da capital do país, como foi durante 59 anos.

A nossa edição nacional, a partir de Brasília, passa a ser distribuída para outras capitais, aproveitando a sua excelente posição logística.

É exatamente 60 anos depois que este espaço volta a ser ocupado. Voltamos a ser também o jornal da capital e fazendo o resgate histórico do dia a dia do Rio com o de Brasília. São universos complementares, unidos agora por um veículo de comunicação. Vivemos um período de democratização da imprensa, com o declínio de grandes jornais. Hoje quem demite é o Diário Oficial, e não a manchete de diários. O que vale é a informação isenta, direta e fundamentada. São princípios que a marca CORREIO DA MANHÃ carrega há 119 anos.