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Morador de Copacabana e praticante de provas de ciclismo de competição, o arquiteto Rodrigo Carneiro (54) aprovou o circuito Marcos Hama.

- A pista é boa, mas alguns cuidados têm que ser tomados em relação às tampas de ferro no asfalto. É bem legal o aclive e declive do túnel. Dá para fazer um bom treino de força - comenta.

Carneiro, no entanto, teme que o local perca frequência durante o verão por conta da maior parte do trajeto se dar num túnel subterrâneo e extenso, sem circulação de ar. E aponta uma pequena inconveniência do projeto, mas que pode ser corrigida.

- É uma pista de ida e outra de volta. Mas quando você chega no final dela não há como voltar porque existe uma mureta que não deixa você cruzar para o outro lado. Com isso, temos que voltar pela mesma pista. Para não haver problemas com quem vem na direção oposta, pedalamos nas pistas laterais em sentido e ida e volta. E na do meio, ninguém pedala – explica.

Ciclista desde os 21 anos, Carneiro conta que antes de aderir ao ciclismo de velocidade, era praticante de thriatlon. Chegou a pedalar também em bicicletas do modelo mountain bike, uma febre nos anos 1980 e 1990. Depois disso, comprou uma bike de velocidade. A paixão foi rápida assim como o giro do pedal.

- De lá pra cá, costumo pedalar quatro vezes por semana. Fins de semana sempre que posso e nos dias de semana, treino às terças e quintas. Ocasionalmente às quartas também.

A rotina de treinos pode ser extenuante, mas cruzar os cartões postais da Cidade Maravilhosa com o vento no rosto, é combustível extra.

- Durante a semana, costumo acordar às 6h e saio por volta de 6h30 para treinar. Ou vou para Barra passando pela Niemeyer e Joá ou vou para montanhas pela Estrada das Canoas ou subindo a Rua Alice. Com a Niemeyer fechada, ficou mais chato pedalar. A vista faz muita falta - lamenta.