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por Guilherme Cosenza

A crise do coronavírus na China vem levando muitos chineses a se prevenirem do jeito que é possível. Com um índice, até o momento, de 1.114 pessoas mortas, o vírus é o grande problema a ser combatido.

Assim com a grande procura por produtos que ajudem a evitar o vírus, muitos deles estão acabando. Entre eles, as máscaras, por conta disso, muitos chineses estão tendo que recorrer ao improviso com sacolas plásticas e até garrafas pets que são colocadas no rosto para evitar o contágio.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse, na semana passada, que o mundo enfrenta uma escassez de trajes, máscaras, luvas e outros formas de proteção e assegurou que a organização enviará equipamentos para nações mais vulneráveis. "Vamos identificar os gargalos, encontrar soluções e garantir equilíbrio na distribuição de equipamentos", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A agência de saúde da ONU pediu que os equipamentos sejam adquiridos apenas quando necessário e que profissionais da saúde de áreas de risco tenham o acesso garantido aos materiais. Porém, por conta da falta de equipamentos, Ghebreyesus salienta que é necessário que os pedidos sejam feitos por países que possuem maior ponto de contaminação: "A OMS não encoraja que estas formas de proteção sejam adquiridas e estocada em países onde os riscos de transmissão são baixos".