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Por Agência Brasil

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse que estamos assistindo uma escalada de tensões muito perigosa no Golfo Pérsico, tendo o Irã e a Arábia Saudita como principais potências da região. 

Os ataques a refinarias de petróleo da Arábia Saudita, em 14 de setembro, deverão ser abordados por vários estados-membros da ONU, principalmente os que têm interesses econômicos naquele país ou que são também países produtores de petróleo.

Na última quarta-feira (18), a ONU anunciou a viagem de uma equipe de peritos à Arábia Saudita para conduzir um inquérito internacional sobre os ataques contra instalações petrolíferas sauditas.

O Irã está no foco dos debates sobre a paz e segurança no mundo devido à política das armas nucleares e por ter sido acusado pelos EUA como os responsáveis pelos ataques na Arábia Saudita.

O Pentágono já anunciou que os EUA vão enviar reforços militares para a região do Golfo a pedido da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.

O secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, disse à imprensa que a mobilização é de natureza “defensiva”:

- A Arábia Saudita solicitou assistência internacional para proteger a infraestrutura energética do reino. Os Emirados Árabes Unidos também pediram ajuda - esclareceu.

Esper ressaltou que o ataque representa “uma escalada dramática da agressão iraniana”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou o envio de tropas, focadas na força aérea e na defesa antimísseis.