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Por Gustavo Barreto

A possibilidade de abertura de um processo de impeachment contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ganhou mais força do que nunca.

Segundo documentos Trump teria requisitado ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que o filho do pré-candidato democrata para 2020 e ex-vice-presidente, Joe Biden, fosse investigado por corrupção no país.

Em troca do pedido pessoal, Trump teria prometido ajuda financeira para o governo ucraniano no valor de US$ 390 milhões.

A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, anunciou que seria aberto um levantamento sobre quem apoiaria abertura de um impeachment. 209 representantes votaram a favor da abertura de um processo, 137 optaram pelo não em definitivo ou momentâneo e 88 não responderam.

Foram mais de dois terços dos votos conquistados na câmara controlada pelos democratas. De acordo com a legislação, se o pedido de impeachment for aprovado na câmara, ele seguirá para votação no senado, aonde serão necessários dois terços ou mais na contagem de votos para que Trump seja retirado do cargo.

No caso de um julgamento no Senado, o presidente poderá contar com um advogado, membros da Câmara serão os promotores, o senado será o júri e o chefe de Justiça do país será o juiz.