Continua o mistério do sabonete Phebo

Por Wagner Victer*

Escrevi, algumas semanas atrás, um artigo com o título “O sabonete Phebo foi assassinado?”.

Era tipo uma crônica, como aquelas que venho escrevendo, porém essa com viés de direito consumidor até porque tinha uma relação histórica e afetiva, como consumidor sabonete Phebo, odor de rosas.

Foi inacreditável a repercussão, pois recebi centenas de mensagens de todas as partes do Brasil e do mundo, solidarizando e colocando a mesma reclamação em relação a possível mudança que identifiquei da formulação do sabonete Phebo, aquele pretinho, e que, só fiz após ter enviado dezenas de mensagens ao SAC da Casa Granado, a qual o Sabonete Phebo se liga, tanto por WhatsApp como por e-mail.

Após a repercussão do artigo, que alguns jornais pediram para publicar e eu autorizei, finalmente recolheram a amostra na minha casa, que aliás se recusavam, fazer a devida análise.

O pior, nessa possibilidade de “assassinato de sabonete Phebo”, é que me parece que vão vencer pelo cansaço, pois, apesar de eu já tenho enviado antes, o código de barras onde poderia se identificar o lote de fabricação, e terem retirado, sequer me dão uma resposta sobre o acontecido, o que aliás, até sensibilizou a Comissão de Defesa do Consumidor da ALERJ, que também notificou a Casa Granado, para dentro do meu direito de consumidor, saber o que aconteceu.

O que espero, eu e milhares de consumidores são três informações simples:

1 – Mudaram a fórmula do sabonete Phebo?

2 – Por que não informaram dessa eventual mudança aos consumidores?

3 – Caso tenham mudado irão retomar a fórmula original?

São direito simples, como consumidor e que respeita a uma marca Histórica que temos aqui no Brasil, precisamos ter um retorno e não manter esse mistério como forma de vencer pelo cansaço milhares de consumidores.

*Engenheiro, Administrador, Jornalista e Fiel ao Sabonete Phebo