Coluna Magnavita: Banco Itaú é condenado a pagar R$ 300 mil por erro que levou André Corrêa à prisão

O deputado estadual André Corrêa comemorou com a família e os advogados Sérgio Mazzillo e Beatriz Galindo. O Juiz Arthur Eduardo Magalhães Ferreira, da 1ª Vara Cível da Barra da Tijuca, proferiu sentença histórica, que lavou a honra do deputado e de José Antônio Wermelinger Machado, ao condenar o Banco Itaú a pagar, por Danos Morais, a indenização de R$ 300 mil para o 1º autor, e R$ 200 mil para o 2º autor. O processo é 0193139-11.2020.8.19.0001.        

Não se trata de uma vitória pecuniária. Neste caso, o valor financeiro é significativo, mas o benefício maior é provar que o deputado foi preso injustamente na Operação Furna da Onça, por um depósito fictício de R$ 34.161.208,00, registrado na conta de Wermelinger por erro de sistema, e que foi imediatamente estornado.

O problema é que o então desembargador Abel Gomes não aceitou a correspondência do banco que reconhecia o erro, nem o apelo da defesa. Corrêa passou um ano preso e todos os pedidos de liberdade foram negados, alegando que ele era “poderoso”, a ponto de influir no processo.

Candidato natural à presidência da Alerj, André Corrêa viu a sua vida desmoronar e afetar a sua carreira política. O caso ganha sérios contornos quando se assiste as revelações da utilização do poder judiciário, pela aliança com o Governador WW, para um projeto político comum.

Enquanto André Corrêa estava preso, o filho do desembargador estava nomeado no Gabinete do Governador, cuidando exatamente da relação com a Alerj e poucos meses antes de se aposentar, finalmente impedido.

A vitória contra o Banco Itaú reafirma os argumentos da defesa de André Corrêa e o reabilitam plenamente para a retomada de sua vida parlamentar, em um ano eleitoral.

 

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